Os tipos de marcas: #03 Marcas Arbitrárias e Fantasiosas

Este é o último artigo da série “Os tipos de marcas”. Se você não conferiu os outros, seguem para facilitar o entendimento:

Os tipos de marcas: #01 Marcas Genéricas e Descritivas

Os tipos de marcas: #02 Marcas Evocativas

No final, você vai conseguir compreender qual é o tipo de marca você escolheu para sua empresa e avaliar se a escolha foi realmente eficaz.

Marcas Arbitrárias

Já reparou que algumas marcas têm nomes bem curiosos para determinada área de atuação? Por exemplo: Apple, significa maçã. O que isso tem a ver com tecnologia? Na mesma área, temos o Windows que significa janela. Por mais que exista uma razão de utilizar esses nomes, eles não estão atrelados na atividade fim do produto ou serviço.

A marca arbitrária é considerada forte por isso. Ela pega um nome comum e cria outro significado. As chances de colidências entre marcas são diminuídas, pois aqui começamos a perceber um elemento comum: a criatividade.

Alguns exemplos de marcas arbitrárias:

Marcas Arbitrarias

Marcas Fantasiosas

E quando determinado nome não tem bem um significado? É uma criação totalmente nova. Posso afirmar que seria o modelo ideal e o INPI agradeceria. A criatividade também aqui é essencial. O nome é novo e normalmente tem uma fonética agradável e de fácil pronuncia.

Marcs Fantasiosas

Qual tipo de marca eu posso registrar no INPI?

Todos os tipos de marcas podem ser registrados no INPI, porém, alguns processos serão mais demorados que outros.

Marcas Fortes X Marcas Fracas

Quanto mais fraca for uma marca, mais chances ela terá de esbarrar com outras similares dentro de um mesmo ramo de atividade. E quanto mais criativa, mais chances de um deferimento no registro, sem oposições e demais interferências de terceiros, resumindo, sem muitas dores de cabeça.

Por outro lado

Marcas fracas exigem menos esforço em marketing e marcas fortes precisam de mais investimentos. Um cliente ao passar em frente da loja Doces Caseiros da Marta, nem precisa entrar para saber do que aquilo se trata. E ao passar em frente de uma loja com um nome totalmente novo, ele precisará entrar para saber mais detalhes, ou então, ele vai saber, mas porque tomou conhecimento da empresa por propagandas, uma boa indicação e afins.

Esses artigos nos levam para uma outra discussão: Qual é a função das marcas? Vamos falar sobre isso no nosso próximo texto? Continue com a gente e confira.

Finalizamos a série de artigos por aqui, mas não esgotamos o assunto. Caso ainda tenha ficado dúvidas ou se você deseja colaborar com outro ponto de vista, por favor, deixe seu comentário.

Publicitário, entusiasta por mídias sociais, propriedade intelectual e branding.